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A rosácea ocular é uma patologia inflamatória crônica frequentemente subdiagnosticada, cujo impacto na superfície ocular pode ser devastador, levando à disfunção grave das glândulas de Meibomius (DGM) e à blefaroceratite persistente. Este quadro se caracteriza por uma instabilidade crônica do filme lacrimal, inflamação palpebral recorrente e risco de complicações corneanas, como neovascularização, úlceras periféricas e leucoma. A revisão sistemática enfatiza que o tratamento deve ser multimodal, integrando a higiene palpebral rigorosa, o uso de agentes anti-inflamatórios tópicos (como ciclosporina ou corticoides em ciclos curtos) e a terapia sistêmica com tetraciclinas (doxiciclina), que possuem propriedades anti-inflamatórias além da antibiótica. Conclui-se que o controle da rosácea ocular é fundamental para evitar a perda da integridade corneana e que a educação do paciente sobre o caráter crônico da doença é o pilar do sucesso terapêutico.
Bibliografischer Nachweis
Publikationsdaten
- Autor:innen
- Ana Laura Martins Macedo, Juliana de Melo Cunha, Karina Abreu Kfuri Araújo, Maria Eduarda Shono Maehara
- Quelle
- Nursing Edição Brasileira
- Publikation
- 2026-01-01
- Band / Ausgabe
- Nicht angegeben
- Seiten
- Nicht angegeben
- ISSN / ISBN
- 2675-049X, 1415-8264
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Ana Laura Martins Macedo, Juliana de Melo Cunha, Karina Abreu Kfuri Araújo, Maria Eduarda Shono Maehara (2026). Rosácea Ocular Grave: Disfunção Crônica de Glândulas de Meibomius e Blefaroceratite Persistente. Nursing Edição Brasileira. https://doi.org/10.36489/nursing.2026v32i340p20824-20827
Kontext
Themen, Förderung und Nutzung
Lizenzhinweise: Lizenz 1