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Worum geht es in dieser Arbeit?
A depressão resistente ao tratamento (DRT) representa um desafio clínico significativo, visto que uma parcela considerável de pacientes não alcança a remissão com os antidepressivos convencionais focados no sistema monoaminérgico. Esta revisão sistemática analisou a fisiopatologia da DRT sob a ótica do sistema glutamatérgico. A literatura atual converge para a hipótese de que a desregulação do glutamato o principal neurotransmissor excitatório do sistema nervoso central desempenha um papel central na atrofia sináptica e na neuroplasticidade alterada observada nestes pacientes. Os resultados indicam que o excesso de glutamato e a disfunção nos receptores NMDA contribuem para a excitotoxicidade e para a falha na modulação das vias de recompensa e regulação emocional. Conclui-se que a modulação glutamatérgica, exemplificada por terapias como a cetamina e escetamina, oferece uma nova fronteira terapêutica, permitindo a restauração da plasticidade sináptica e oferecendo esperança a pacientes anteriormente considerados refratários.
Bibliografischer Nachweis
Publikationsdaten
- Autor:innen
- Ana Beatriz Souza, Gustavo Modesto Espindola, Mariane Lopes de Oliveira Gomes Clementino
- Quelle
- Nursing Edição Brasileira
- Publikation
- 2026-01-01
- Band / Ausgabe
- Nicht angegeben
- Seiten
- Nicht angegeben
- ISSN / ISBN
- 2675-049X, 1415-8264
- Zitationen
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Ana Beatriz Souza, Gustavo Modesto Espindola, Mariane Lopes de Oliveira Gomes Clementino (2026). Papel do Glutamato na Fisiopatologia da Depressão Resistente ao Tratamento. Nursing Edição Brasileira. https://doi.org/10.36489/nursing.2026v32i340p20193-20196
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Themen, Förderung und Nutzung
Lizenzhinweise: Lizenz 1