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Worum geht es in dieser Arbeit?
A exploração espacial humana tem avançado rapidamente, trazendo novos desafios para a saúde feminina em ambientes de microgravidade. Diferente das condições terrestres, o ambiente espacial impõe estressores fisiológicos únicos, incluindo radiação ionizante e alterações na dinâmica de fluidos, que podem interferir diretamente na homeostase do sistema reprodutor feminino. A compreensão das mudanças no eixo hipotálamo-hipófise-gonadal é fundamental para garantir a segurança e a saúde de astronautas em missões de longa duração. O objetivo deste estudo é realizar uma revisão sistemática da literatura brasileira sobre o impacto da microgravidade no ciclo menstrual e na fertilidade feminina, analisando as adaptações neuroendócrinas e os riscos potenciais para a reprodução humana no espaço. Através de uma análise documental de estudos biomédicos, discute-se como o estresse ambiental altera os padrões hormonais e a viabilidade gamética. Os resultados indicam uma tendência à supressão ovariana sob estresse e alterações no endométrio, sugerindo a necessidade de protocolos rígidos de manejo ginecológico. Conclui-se que, embora a ginecologia espacial esteja em estágio incipiente, a continuidade da pesquisa é imperativa para viabilizar futuras colônias humanas e manter a integridade reprodutiva durante viagens interplanetárias.
Bibliografischer Nachweis
Publikationsdaten
- Autor:innen
- Isabela Fernandes Marcilio Araújo
- Quelle
- Nursing Edição Brasileira
- Publikation
- 2026-01-01
- Band / Ausgabe
- Nicht angegeben
- Seiten
- Nicht angegeben
- ISSN / ISBN
- 2675-049X, 1415-8264
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Isabela Fernandes Marcilio Araújo (2026). Ginecologia Espacial: O Impacto da Microgravidade no Ciclo Menstrual e Fertilidade. Nursing Edição Brasileira. https://doi.org/10.36489/nursing.2026v32i340p18557-18560
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Themen, Förderung und Nutzung
Lizenzhinweise: Lizenz 1