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A Doença de Stargardt, a distrofia macular hereditária mais comum na infância e adolescência, é classicamente associada à mutação no gene ABCA4, resultando no acúmulo tóxico de lipofuscina no epitélio pigmentado da retina (EPR). Um dos achados diagnósticos mais patognomônicos desta condição na angiografia fluoresceínica (AF) é o denominado "silêncio coroidiano" ou "coroide silenciosa". Este fenômeno caracteriza-se pela hipofluorescência da coroide, que ocorre devido ao bloqueio da fluorescência do fundo coroidiano pela densa deposição de lipofuscina no EPR, contrastando com a hiperfluorescência dos vasos retinianos. Esta revisão sistemática aborda os mecanismos fisiopatológicos do silêncio coroidiano, sua correlação com a gravidade da doença e sua importância como biomarcador na prática oftalmológica para o diagnóstico diferencial de outras maculopatias.
Bibliografischer Nachweis
Publikationsdaten
- Autor:innen
- Bianca Oliveira Bomfim, Enzo Inumaru, Marcos Daniel Gomes Oliveira, Matheus Santana de Souza
- Quelle
- Nursing Edição Brasileira
- Publikation
- 2026-01-01
- Band / Ausgabe
- Nicht angegeben
- Seiten
- Nicht angegeben
- ISSN / ISBN
- 2675-049X, 1415-8264
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Bianca Oliveira Bomfim, Enzo Inumaru, Marcos Daniel Gomes Oliveira, Matheus Santana de Souza (2026). Doença de Stargardt (distrofia Macular Juvenil): Características do "silêncio Coroidiano" na Angiografia. Nursing Edição Brasileira. https://doi.org/10.36489/nursing.2026v32i340p17825-17827
Kontext
Themen, Förderung und Nutzung
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