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A Doença de Paget Extramamária da vulva é uma neoplasia intraepitelial rara e de progressão insidiosa, que frequentemente impõe desafios significativos ao diagnóstico clínico e patológico devido à sua semelhança com processos inflamatórios crônicos. A principal preocupação clínica reside na distinção entre a forma primária, restrita à epiderme, e a forma secundária, que pode estar associada a neoplasias invasivas subjacentes ou cânceres colorretais e uroginecológicos ocultos. O objetivo deste estudo foi realizar uma revisão sistemática da literatura acerca dos padrões histopatológicos que definem a doença de Paget vulvar e avaliar a prevalência do risco de câncer sincrônico associado. A metodologia baseou-se em uma busca em bases de dados bibliográficas nacionais, selecionando estudos publicados na última década que abordaram o diagnóstico imuno-histoquímico e a investigação oncológica sistêmica. Os resultados apontam que a imuno-histoquímica, especialmente o painel com CK7, CK20 e GCDFP-15, é indispensável para confirmar o diagnóstico e diferenciar a origem primária da secundária. Conclui-se que a abordagem multidisciplinar, com rastreamento rigoroso para neoplasias ocultas, é fundamental para o manejo adequado, uma vez que a presença de malignidade subjacente altera drasticamente o prognóstico e a estratégia terapêutica, exigindo vigilância oncológica contínua.
Bibliografischer Nachweis
Publikationsdaten
- Autor:innen
- Mayara Vidal Carneiro
- Quelle
- Nursing Edição Brasileira
- Publikation
- 2026-01-01
- Band / Ausgabe
- Nicht angegeben
- Seiten
- Nicht angegeben
- ISSN / ISBN
- 2675-049X, 1415-8264
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Mayara Vidal Carneiro (2026). Doença de Paget Vulvar: Diagnóstico Histopatológico e Risco de Câncer Oculto. Nursing Edição Brasileira. https://doi.org/10.36489/nursing.2026v32i340p17821-17824
Kontext
Themen, Förderung und Nutzung
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