Vollständiger Abstract
Worum geht es in dieser Arbeit?
A descontinuação de fármacos antiepilépticos (FAEs) representa um dos momentos mais críticos e decisivos no manejo do paciente com epilepsia. Embora o objetivo do tratamento seja a remissão das crises, o uso prolongado de medicamentos pode acarretar efeitos colaterais cognitivos, metabólicos e teratogênicos, suscitando a necessidade de avaliar a retirada da terapia. Este estudo realizou uma revisão sistemática da literatura para analisar os critérios de segurança e os riscos clínicos associados à descontinuação de FAEs. A metodologia consistiu em uma análise qualitativa de publicações brasileiras da última década. Os resultados indicam que o período livre de crises, variando de dois a cinco anos, permanece como o principal preditor de sucesso. Contudo, a decisão de retirada deve ser individualizada, considerando a etiologia da epilepsia, achados eletroencefalográficos e o impacto psicossocial de uma possível recidiva. Conclui-se que a descontinuação deve ser gradual e realizada sob estrita vigilância clínica, permitindo que a autonomia do paciente seja restaurada com segurança.
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Publikationsdaten
- Autor:innen
- Carolina Santos Ugrinovich, Maria Esther Lima Rios Evangelista
- Quelle
- Nursing Edição Brasileira
- Publikation
- 2026-01-01
- Band / Ausgabe
- Nicht angegeben
- Seiten
- Nicht angegeben
- ISSN / ISBN
- 2675-049X, 1415-8264
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Zitieren
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Carolina Santos Ugrinovich, Maria Esther Lima Rios Evangelista (2026). Descontinuação de Antiepilépticos: Critérios e Riscos Clínicos. Nursing Edição Brasileira. https://doi.org/10.36489/nursing.2026v32i340p17577-17580
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Themen, Förderung und Nutzung
Lizenzhinweise: Lizenz 1