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A poluição atmosférica em grandes centros urbanos tornou-se um dos principais fatores de risco ambientais para doenças inflamatórias crônicas das vias aéreas superiores. Esta revisão sistemática sintetiza as evidências brasileiras e internacionais sobre a correlação entre a exposição a material particulado (MP2.5 e MP10), dióxido de nitrogênio (NO2) e ozônio (O3) com o aumento da prevalência e a exacerbação dos sintomas da rinossinusite crônica (RSC). Os resultados indicam que poluentes atmosféricos atuam como irritantes diretos da mucosa sinonasal e ativadores de vias inflamatórias, potencializando a resposta eosinofílica e o estresse oxidativo local. Conclui-se que a urbanização desenfreada está intrinsecamente ligada à maior incidência de RSC, sendo necessário implementar políticas de controle de qualidade do ar e estratégias de monitoramento da saúde respiratória em populações urbanas vulneráveis.
Bibliografischer Nachweis
Publikationsdaten
- Autor:innen
- Beatriz Freitas Tavares, Heloísa Meneguette Silveira, Mari Edeline Veras Dourado
- Quelle
- Nursing Edição Brasileira
- Publikation
- 2026-01-01
- Band / Ausgabe
- Nicht angegeben
- Seiten
- Nicht angegeben
- ISSN / ISBN
- 2675-049X, 1415-8264
- Zitationen
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- Referenzen
- 0 hinterlegt
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Beatriz Freitas Tavares, Heloísa Meneguette Silveira, Mari Edeline Veras Dourado (2026). Associação Entre Poluição em Centros Urbanos e Prevalência de Rinossinusite Crônica. Nursing Edição Brasileira. https://doi.org/10.36489/nursing.2026v32i340p16648-16650
Kontext
Themen, Förderung und Nutzung
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