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O diabetes mellitus gestacional (DMG) é uma das intercorrências metabólicas mais frequentes da gestação e associa-se a desfechos maternos, fetais e neonatais adversos. Objetivo: analisar estratégias atuais de rastreamento, critérios diagnósticos, tratamento, monitorização e repercussões materno-fetais do DMG. Método: revisão integrativa baseada em diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes, FEBRASGO, Ministério da Saúde/OPAS e literatura internacional de referência. Resultados e discussão: recomenda-se glicemia de jejum na primeira consulta pré-natal; valores de 92 a 125 mg/dL são compatíveis com DMG, enquanto glicemia ≥126 mg/dL sugere diabetes diagnosticado na gestação. Entre 24 e 28 semanas, o TOTG com 75 g utiliza pontos de corte de 92 mg/dL em jejum, 180 mg/dL em 1 hora e 153 mg/dL em 2 horas, sendo um valor alterado suficiente para diagnóstico. O tratamento inicia-se com terapia nutricional, atividade física quando possível e automonitorização; a insulina é a primeira escolha farmacológica quando metas não são atingidas. Conclusão: rastreamento universal, diagnóstico oportuno, controle glicêmico e seguimento pós-parto são essenciais para reduzir complicações e risco metabólico futuro.
Bibliografischer Nachweis
Publikationsdaten
- Autor:innen
- Karollyne Saulino Campos
- Quelle
- RECIMA21 - Revista Científica Multidisciplinar - ISSN 2675-6218
- Publikation
- 2026-01-01
- Band / Ausgabe
- Nicht angegeben
- Seiten
- Nicht angegeben
- ISSN / ISBN
- 2675-6218
- Zitationen
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- 0 hinterlegt
Zitieren
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Karollyne Saulino Campos (2026). DIABETES MELLITUS GESTACIONAL: RASTREAMENTO, DIAGNÓSTICO, TRATAMENTO E REPERCUSSÕES MATERNO-FETAIS. RECIMA21 - Revista Científica Multidisciplinar - ISSN 2675-6218. https://doi.org/10.47820/recima21.v7i9.8951
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Themen, Förderung und Nutzung
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