Vollständiger Abstract
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O objetivo desta revisão sistemática de literatura foi analisar as respostas hormonais agudas induzidas pela realização de sessões de exercício resistido de alta intensidade, avaliando as evidências científicas brasileiras sobre a secreção de hormônios anabólicos e catabólicos, os fatores metodológicos moduladores dessa resposta e as repercussões fisiológicas imediatas no tecido muscular esquelético. Realizou-se uma busca estruturada nas bases de dados SciELO, LILACS e no Portal de Periódicos CAPES, selecionando ensaios clínicos randomizados e estudos prospectivos que quantificassem as alterações sistêmicas imediatas pós-esforço em hormônios como testosterona, hormônio do crescimento (GH), fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 (IGF-1) e cortisol. Os resultados demonstraram de forma robusta que sessões de treinamento resistido de alta intensidade promovem elevações agudas e transitórias significativas nas concentrações séricas tanto de hormônios anabólicos quanto de catabólicos. Essa liberação hormonal aguda é fortemente modulada pela configuração das variáveis do treinamento, apresentando maior magnitude quando se utilizam exercícios multiarticulares de grandes grupos musculares, intensidades elevadas (acima de 75% de uma repetição máxima), volumes moderados a altos com múltiplas séries e intervalos de recuperação curtos a moderados (60 a 90 segundos). A literatura nacional salienta que as elevações agudas do GH são impulsionadas principalmente pelo estresse metabólico e consequente acúmulo de lactato e íons de hidrogênio, enquanto a testosterona responde predominantemente à magnitude do estresse mecânico e recrutamento de unidades motoras. Embora o papel dessas flutuações hormonais agudas na hipertrofia de longo prazo permaneça sob debate científico, elas exercem um papel agudo vital na sinalização celular, na regulação metabólica intracelular e na facilitação das interações de receptores de membrana pós-esforço. Conclui-se que o desenho metodológico preciso da sessão de exercício resistido de alta intensidade é determinante para modular o perfil hormonal agudo do praticante, atuando como um estímulo adaptativo de primeira linha na medicina do esporte no Brasil. Abstract: The objective of this systematic literature review was to analyze the acute hormonal responses induced by high-intensity resistance exercise sessions, evaluating Brazilian scientific evidence on the secretion of anabolic and catabolic hormones, the methodological factors modulating this response, and the immediate physiological repercussions on skeletal muscle tissue. A structured search was conducted in the SciELO, LILACS, and CAPES Journals Portal databases, selecting randomized clinical trials and prospective studies that quantified immediate post-exercise systemic changes in hormones such as testosterone, growth hormone (GH), insulin-like growth factor 1 (IGF-1), and cortisol. The results robustly demonstrated that high-intensity resistance exercise sessions promote significant acute and transient elevations in serum concentrations of both anabolic and catabolic hormones. This acute hormonal release is strongly modulated by the configuration of training variables, presenting a greater magnitude when utilizing multi-joint exercises of large muscle groups, high intensities (above 75% of one repetition maximum), moderate to high volumes with multiple sets, and short to moderate recovery intervals (60 to 90 seconds). Brazilian literature highlights that acute elevations in GH are primarily driven by metabolic stress and the consequent accumulation of lactate and hydrogen ions, while testosterone responds predominantly to the magnitude of mechanical stress and motor unit recruitment. Although the role of these acute hormonal fluctuations in long-term hypertrophy remains under scientific debate, they play a vital acute role in cellular signaling, intracellular metabolic regulation, and facilitating post-exercise membrane receptor interactions. It is concluded that the precise methodological design of the high-intensity resistance exercise session is crucial to modulate the acute hormonal profile of the practitioner, acting as a first-line adaptive stimulus in sports medicine in Brazil. Keywords: Resistance exercise; Hormonal response; Anabolic hormones; Muscle hypertrophy; Exercise physiology; Strength training. Resumen: El objetivo de esta revisión sistemática de la literatura fue analizar las respuestas hormonales agudas inducidas por la realización de sesiones de ejercicio de fuerza de alta intensidad, evaluando las evidencias científicas brasileñas sobre la secreción de hormonas anabólicas y catabólicas, los factores metodológicos moduladores de esta respuesta y las repercusiones fisiológicas inmediatas en el tejido muscular esquelético. Se realizó una búsqueda estructurada en las bases de datos SciELO, LILACS y el Portal de Periódicos CAPES, seleccionando ensayos clínicos aleatorizados y estudios prospectivos que cuantificaran las alteraciones sistémicas inmediatas post-esfuerzo en hormonas como la testosterona, la hormona del crecimiento (GH), el factor de crecimiento similar a la insulina tipo 1 (IGF-1) y el cortisol. Los resultados demostraron de forma robusta que las sesiones de entrenamiento de fuerza de alta intensidad promueven elevaciones agudas y transitorias significativas en las concentraciones séricas tanto de hormonas anabólicas como catabólicas. Esta liberación hormonal aguda está fuertemente modulada por la configuración de las variables del entrenamiento, presentando una mayor magnitud cuando se utilizan ejercicios multiarticulares de grandes grupos musculares, intensidades elevadas (por encima del 75% de una repetición máxima), volúmenes moderados a altos con múltiples series e intervalos de recuperación cortos a moderados (60 a 90 segundos). La literatura brasileña destaca que las elevaciones agudas de GH son impulsadas principalmente por el estrés metabólico y la consecuente acumulación de lactato e iones de hidrógeno, mientras que la testosterona responde predominantemente a la magnitud del estrés mecánico y al reclutamiento de unidades motoras. Aunque el papel de estas fluctuaciones hormonales agudas en la hipertrofia a largo plazo sigue bajo debate científico, desempeñan un papel agudo vital en la señalización celular, la regulación metabólica intracelular y la facilitación de las interacciones de los receptores de membrana post-esfuerzo. Se concluye que el diseño metodológico preciso de la sesión de ejercicio de fuerza de alta intensidad es determinante para modular el perfil hormonal agudo del practicante, actuando como un estímulo adaptativo de primera línea en la medicina del deporte en Brasil. Palabras clave: Ejercicio de fuerza; Respuesta hormonal; Hormonas anabólicas; Hipertrofia muscular; Fisiología del ejercicio; Entrenamiento de fuerza.
Bibliografischer Nachweis
Publikationsdaten
- Autor:innen
- João Antonio Naves Dias Azevêdo, Luísa Dierchx Pereira, Luiz Eduardo Pereira Marquesani
- Quelle
- Nursing Edição Brasileira
- Publikation
- 2026-01-01
- Band / Ausgabe
- Nicht angegeben
- Seiten
- Nicht angegeben
- ISSN / ISBN
- 2675-049X, 1415-8264
- Zitationen
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Zitieren
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João Antonio Naves Dias Azevêdo, Luísa Dierchx Pereira, Luiz Eduardo Pereira Marquesani (2026). Respostas Hormonais Agudas ao Exercício Resistido de Alta Intensidade. Nursing Edição Brasileira. https://doi.org/10.36489/nursing.2026v32i340p20746-20750
Kontext
Themen, Förderung und Nutzung
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