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Responsividade a Fluidos em 2026: Comparação Entre o Teste de Elevação Passiva das Pernas (plr) e a Variação do Volume Sistólico

Andreza Carcará Rocha

Nursing Edição Brasileira · 2026

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Worum geht es in dieser Arbeit?

A administração criteriosa de fluidos em pacientes críticos representa um dos pilares mais fundamentais no manejo do choque circulatório em unidades de terapia intensiva. Historicamente, a infusão excessiva de fluidos com base em parâmetros estáticos tem sido associada ao desenvolvimento de edema pulmonar, disfunção orgânica de múltiplos órgãos e taxas elevadas de mortalidade. Para contornar essa problemática, a medicina intensiva moderna prioriza o uso de marcadores dinâmicos de responsividade a fluidos, destacando-se o teste de elevação passiva das pernas (PLR, do inglês Passive Leg Raising) e a variação do volume sistólico (VVS) como as estratégias de monitorização mais expressivas. O objetivo desta revisão sistemática da literatura foi comparar a acurácia diagnóstica, a aplicabilidade clínica, as limitações operacionais e a segurança do teste de elevação passiva das pernas em relação à variação do volume sistólico sob a ótica assistencial do ano de 2026. A metodologia consistiu em uma busca sistemática nas bases de dados SciELO e LILACS por estudos publicados no período de 2016 a 2026 que avaliassem ambos os marcadores no contexto de terapia intensiva e cirurgia de alta complexidade. Os resultados apontaram que, embora a VVS apresente excelente acurácia preditiva, sua aplicabilidade prática é drasticamente limitada pela necessidade de parâmetros restritivos, como ventilação mecânica controlada, ausência de arritmias cardíacas e complacência pulmonar preservada, requisitos que são raramente atendidos na totalidade em pacientes de UTI. Por outro lado, o PLR consolidou-se como um teste universalmente seguro e aplicável a pacientes em ventilação espontânea ou sob arritmias, atuando como um desafio hemodinâmico reversível e virtualmente livre de riscos de sobrecarga volêmica. Conclui-se que, no cenário médico de 2026, o teste de elevação passiva das pernas desponta como a ferramenta mais versátil e segura para guiar a ressuscitação volêmica no ambiente hospitalar brasileiro, devendo ser priorizado na presença de limitações clínicas que invalidem o uso confiável da variação do volume sistólico.

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Publikationsdaten

Autor:innen
Andreza Carcará Rocha
Quelle
Nursing Edição Brasileira
Publikation
2026-01-01
Band / Ausgabe
Nicht angegeben
Seiten
Nicht angegeben
ISSN / ISBN
2675-049X, 1415-8264
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Andreza Carcará Rocha (2026). Responsividade a Fluidos em 2026: Comparação Entre o Teste de Elevação Passiva das Pernas (plr) e a Variação do Volume Sistólico. Nursing Edição Brasileira. https://doi.org/10.36489/nursing.2026v32i340p20737-20741
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