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A Doença de Kawasaki (DK) é uma vasculite sistêmica de etiologia desconhecida que afeta predominantemente crianças, com risco elevado de desenvolvimento de aneurismas de artérias coronárias. O tratamento padrão envolve a administração de Imunoglobulina Intravenosa (IGIV), porém uma parcela dos pacientes apresenta resistência ao tratamento, mantendo estado inflamatório e alto risco de complicações. Esta revisão sistemática analisa a literatura brasileira sobre a aplicação de escores de risco para a predição dessa resistência na fase aguda da doença (1). As evidências indicam que a identificação precoce de pacientes com maior probabilidade de falha terapêutica permite a escalada do tratamento, incluindo o uso de adjuvantes como corticoide ou infliximabe (2). Os resultados apontam que, embora existam diversos escores validados em populações asiáticas, a sua aplicabilidade no contexto brasileiro apresenta limitações devido às variações epidemiológicas e genéticas (3). Conclui-se que a validação de ferramentas preditivas adaptadas ao perfil do paciente brasileiro é fundamental para otimizar o manejo terapêutico da DK e prevenir sequelas cardiovasculares permanentes (4,5,6).
Bibliografischer Nachweis
Publikationsdaten
- Autor:innen
- Laura Waldow Miskalo, Maria Luiza Cobra Vilela
- Quelle
- Nursing Edição Brasileira
- Publikation
- 2026-01-01
- Band / Ausgabe
- Nicht angegeben
- Seiten
- Nicht angegeben
- ISSN / ISBN
- 2675-049X, 1415-8264
- Zitationen
- 0 laut Crossref
- Referenzen
- 0 hinterlegt
Zitieren
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Laura Waldow Miskalo, Maria Luiza Cobra Vilela (2026). Doença de Kawasaki: Aplicação de Escores de Risco na Predição de Resistência à Imunoglobulina Intravenosa (igiv) na Fase Aguda. Nursing Edição Brasileira. https://doi.org/10.36489/nursing.2026v32i340p17812-17815
Kontext
Themen, Förderung und Nutzung
Lizenzhinweise: Lizenz 1