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Worum geht es in dieser Arbeit?
A dengue representa um dos principais desafios de saúde pública no Brasil, com um impacto epidemiológico crescente na população pediátrica, que apresenta particularidades fisiológicas e maior vulnerabilidade para o desenvolvimento de formas graves. Diante do cenário de frequentes epidemias no território nacional, torna-se imperativo que o manejo clínico inicial seja ágil e fundamentado em critérios precisos de estratificação de risco para evitar a evolução desfavorável da doença. O objetivo deste estudo foi analisar a classificação dos sinais de alarme e as diretrizes vigentes para o manejo ambulatorial da dengue na infância, identificando as melhores práticas recomendadas pelas diretrizes brasileiras de saúde. Trata-se de uma revisão sistemática da literatura que utilizou bases de dados científicas com foco em publicações do Ministério da Saúde do Brasil e de sociedades médicas nacionais entre os anos de 2016 e 2026. Os resultados indicam que o reconhecimento precoce dos sinais de alarme, como dor abdominal intensa, vômitos persistentes e letargia, associado a uma correta classificação em grupos de risco, é o pilar fundamental para o sucesso do tratamento ambulatorial. Conclui-se que a capacitação contínua das equipes de atenção primária e a educação dos responsáveis sobre a identificação precoce dos sinais de gravidade são estratégias cruciais para a redução da morbimortalidade por dengue na infância no contexto brasileiro.
Bibliografischer Nachweis
Publikationsdaten
- Autor:innen
- Fernanda Ferreira Dias, Marcela Nieto Marques da Rocha
- Quelle
- Nursing Edição Brasileira
- Publikation
- 2026-01-01
- Band / Ausgabe
- Nicht angegeben
- Seiten
- Nicht angegeben
- ISSN / ISBN
- 2675-049X, 1415-8264
- Zitationen
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Fernanda Ferreira Dias, Marcela Nieto Marques da Rocha (2026). Classificação Sinais de Alarme e Manejo Ambulatorial da Dengue na Infância. Nursing Edição Brasileira. https://doi.org/10.36489/nursing.2026v32i340p17167-17170
Kontext
Themen, Förderung und Nutzung
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