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As alterações pupilares traumáticas isoladas, especificamente a iridodiálise e a ruptura do esfíncter da íris, constituem sequelas frequentes de traumas oculares contusos. Embora muitas vezes consideradas achados clínicos limitados, essas lesões podem resultar em sintomas incapacitantes, como fotofobia severa, diplopia monocular e redução significativa da qualidade da visão. Esta revisão sistemática analisa a fisiopatologia destas desinserções e rupturas, os métodos diagnósticos por biomicroscopia e ultrassonografia, e as indicações para o tratamento cirúrgico reconstrutivo contemporâneo, incluindo a pupiloplastia e a sutura de iridodiálise. Os resultados indicam que o manejo cirúrgico precoce, realizado através de técnicas de sutura minimamente invasivas, é altamente eficaz na restauração da anatomia pupilar e na mitigação dos sintomas visuais. Conclui-se que o planejamento terapêutico deve ser individualizado, priorizando a estabilização da íris para devolver ao paciente não apenas a função estética, mas, primordialmente, a integridade da função visual.
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Publikationsdaten
- Autor:innen
- Clara de Oliveira Nalini Martins, Guilherme Guerra Ferreira
- Quelle
- Nursing Edição Brasileira
- Publikation
- 2026-01-01
- Band / Ausgabe
- Nicht angegeben
- Seiten
- Nicht angegeben
- ISSN / ISBN
- 2675-049X, 1415-8264
- Zitationen
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Zitieren
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Clara de Oliveira Nalini Martins, Guilherme Guerra Ferreira (2026). Alterações Pupilares Traumáticas Isoladas (iridodiálise e Ruptura Esfincteriana da Íris). Nursing Edição Brasileira. https://doi.org/10.36489/nursing.2026v32i340p16387-16389
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Themen, Förderung und Nutzung
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