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A monitorização e a reversão adequada do bloqueio neuromuscular (BNM) são fundamentais para mitigar o risco de paralisia residual pós-operatória na sala de recuperação pós-anestésica. O objetivo deste estudo foi realizar uma revisão sistemática da literatura científica brasileira para comparar a eficácia e o perfil de segurança do sugammadex em relação à neostigmina na reversão do BNM induzido por bloqueadores neuromusculares aminoesteroides. A busca metodológica foi realizada em bases de dados como SciELO e LILACS, selecionando ensaios clínicos, revisões e diretrizes nacionais focadas nos desfechos de tempo de recuperação, complicações respiratórias e efeitos colaterais. Os resultados demonstram que o sugammadex proporciona uma reversão significativamente mais rápida e previsível, atingindo uma razão de *train-of-four* (TOF) superior a 0,9 em poucos minutos, mesmo em vigência de bloqueio profundo. Em contrapartida, a neostigmina apresenta limitações em bloqueios profundos, efeito teto e necessidade de coadministração de anticolinérgicos, o que eleva a incidência de efeitos colaterais autonômicos. Conclui-se que, apesar do maior custo direto de aquisição, o sugammadex consolida-se como o padrão-ouro em termos de eficácia e segurança clínica na reversão do bloqueio neuromuscular.
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Publikationsdaten
- Autor:innen
- Anna Beatriz Reinaldo de Sousa Moreira Pinto, Paula Rodrigues da Costa
- Quelle
- Nursing Edição Brasileira
- Publikation
- 2026-01-01
- Band / Ausgabe
- Nicht angegeben
- Seiten
- Nicht angegeben
- ISSN / ISBN
- 2675-049X, 1415-8264
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Anna Beatriz Reinaldo de Sousa Moreira Pinto, Paula Rodrigues da Costa (2026). Eficácia do Sugammadex Vs. Neostigmina na Reversão do Bloqueio Neuromuscular. Nursing Edição Brasileira. https://doi.org/10.36489/nursing.2026v32i340p15031-15034
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Themen, Förderung und Nutzung
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